Japublicidade - Um grupo de usuários organiza uma flash mob contra o projeto de lei de controle da web, proposto pelo senador tucano Eduardo Azeredo.


Mas o que é um Flash mob?
Vem
 do inglês significa “multidão instantânea” e trata-se de um acontecimento geralmente marcado com certa antecedência em que pessoas se reúnem em um determinado horário para fazerem algo em comum.

 

O grupo convoca manifestantes para se reunirem na avenida Paulista, em São Paulo, na sexta-feira (14), em frente ao prédio do Objetivo, altura do número 900 da avenida, às 18 horas.

A idéia é exibir por 30 segundos, no canteiro central da avenida, folhas de sulfite com mensagens de repúdio ao projeto, que poderá ser votado pela Câmara dos Deputados este mês. O projeto já foi aprovado no plenário do Senado.

Os organizadores do flash mob estão convocando usuários para o encontro por mensagens de texto e posts no orkut. Os textos publicados pelos manifestantes afirmam que o projeto de Azeredo é autoritário, viola direitos civis, freia a inclusão digital e cria novos custos para empresas de internet.

Para senador, projeto visa segurança

O gabinete do senador Azeredo, relator do projeto de lei, afirma que o texto visa tipificar crimes cometidos na internet, como roubo de dados e fraudes financeiras.

A nova lei obriga ainda provedores de acesso a armazenar por um tempo mínimo dados como o cadastro de usuários, o que permitira identificar autores de crimes online, como troca de material pedófilo.

O projeto, que já passou por várias modificações ao longo de sua tramitação, conserva um tópico sobre acesso a conteúdo indevido que gera grande controvérsia.

2leep.com

Assistam o vídeo vale a pena!

O trecho torna crime acessar conteúdos sem a autorização de seu proprietário. O relator do projeto diz que este parágrafo visa punir crackers que invadem redes seguras.

Opositores do texto afirmam que o item servirá de brecha para estúdios punirem quem troca arquivos por P2P. O relator nega esta intenção.

Na quinta-feira (13), uma comissão da Câmara recebe especialistas em TI e professores universitários para discutir o assunto com deputados. A audiência pública visa esclarecer dúvidas dos deputados que devem votar este mês o projeto.
Entenda o outro “lado”.

BRASÍLIA – O projeto de lei de crimes cibernéticos, que tramita na Câmara dos Deputados, não quer coibir o uso da internet nem monitorar o usuário, mas tipificar os crimes que são cometidos no mundo virtual.

 

Essa é a avaliação do deputado Júlio Semeghini (PSDB-SP), integrante da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara. Segundo ele, a proposta vista proteger as pessoas que utilizam a internet de forma “bem-intencionada
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Convocação Geral a Toda Blogosfera: Copiem e divulguem!
Em São Paulo : A idéia é nos reunirmos por 30 segundos no canteiro central da Av. Paulista, 900 (em frente o Objetivo).

• No Rio de Janeiro: A idéia é nos reunirmos por 30 segundos na Cinelândia em frente à Camara Municipal.

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