É um curso relativamente novo, voltado para o desenvolvimento de profissionais que queiram atuar no mundo da moda, seja na área de criação, comercialização, desenvolvimento, promoção e divulgação de produtos. Estuda a História da Arte, do Vestuário , pesquisa as principais tendências da moda usando técnicas específicas.
Currículo Básico
Antropologia, Fotografia, Estilismo, História da Arte, Marketing, Psicossociologia da Moda, Criação, Desenho.
Aptidões Desejáveis
É preciso ter interesse e disposição para acompanhar as tendências de mercado, é fundamental continuar estudando arte, visitando museus e estar em constante atualização.
Especializações possíveis
Sem registros.
Campos de Atuação
Indústrias Têxteis: Confecções, Malharias, Tecelagens, fábricas de sapatos e bijuterias; Produção de Moda nos meios de comunicação: Revista, TV e Cinema, Preparação de Vitrines.
Superstar
Where you from, how’s it going?
I know you
Gotta clue, what you’re doing?
You can play brand new to all the other chicks out
here
But I know what you are, what you are, baby
Look at you
Gettin’ more than just re-up
Baby, you
Got all the puppets with their strings up
Fakin’ like a good one, but I call ‘em like I see ‘em
I know what you are, what you are, baby
Womanizer, woman-womanizer, you’re a womanizer
Oh, womanizer
Oh, you’re a womanizer, baby
You, You, You are; You, you, you are
Womanizer, Womanizer, Womanizer (Womanizer)
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
You got me going
You’re also charming
But I can do it
You womanizer
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
You say I’m Crazy
I got you crazy
You’re nothin but a womanizer
Daddy-O
You got the swagger of champions
Too bad for you
Just can’t find the right companion
I guess when you have one too many, makes it hard
It could be easy, who you are, that’s just who you
are
baby
Lollipop
Must mistake me as a sucker
To think that I
Would be a victim not another
Say it, play it how you wanna
But no way I’m ever gonna fall for you, never you,
baby
Womanizer, woman-womanizer, you’re a womanizer
Oh, womanizer
Oh, you’re a womanizer, baby
You, You, You are; You, you, you are
Womanizer, Womanizer, Womanizer (Womanizer)
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
You got me going
You’re also charming
But I can do it
You womanizer
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
You say I’m Crazy
I got you crazy
You’re nothin but a womanizer
Maybe if we both lived in a different world
It would be all good, and maybe I could be ya girl
But I can’t ’cause we don’t
Womanizer, woman-womanizer, you’re a womanizer
Oh, womanizer
Oh, you’re a womanizer, baby
You, You, You are; You, you, you are
Womanizer, Womanizer, Womanizer (Womanizer)
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
You got me going
You’re also charming
But I can do it
You womanizer
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
You say I’m Crazy
I got you crazy
You’re nothin but a womanizer
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Boy, don’t try to front
I, I know just what you a-a-are
Womanizer, woman-womanizer
You’re a womanizer
Oh, womanizer
Oh, you’re a womanizer, baby
Tradução
Superestrela
De onde você vem, como vão as coisas?
Eu te conheço
Você sabe o que está fazendo?
Você pode fingir que é novo na área para todas as
garotas aqui
Mas eu sei como você é, como você é, baby
Olhe para você
Ficando mais que simplesmente renovado
Baby, você
Tem todas as gatinhas nas coleiras
Fingindo que é bom, mas eu as chamo como eu as vejo
Eu sei como você é, como você é, baby
Conquistador
Garoto, nem tente negar
Eu sei exatamente como você é
Conquistador
Cara
Você tem o estilo dos campeões
Pior para você
Não consegue encontrar a companhia certa
Eu acho que quando se tem muitas, as coisas se tornam
complicadas
Isso poderia ser fácil, mas é assim que você é, baby
O pirulitão
Deve ter me confundido como uma idiota*
Por pensar que eu
Seria outra vítima sua
Diga isso, faça como quiser
Mas de jeito nenhum, eu nunca irei cair na sua, nunca
por você, baby
Talvez se nós vivêssemos num mundo diferente
Tudo seria bom,
e talvez eu pudesse ser a sua garota
Mas eu não posso, porque não somos
* a letra tem um trocadilho de difícil tradução.
Sucker é tanto um idiota como quem chupa alguma coisa
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Ela teve cara de boa Moça nos anos ’90′ depois disso veio o fracasso – dificuldade no mundo artístico para arrumar trabalho – opção – Filmes para Adulto. Esses filmes realizados por Pseudos produtoras são os resultados de quanto anda a falta de conteúdo no cinema Nacional. Mas por quê será? Vídeos, Filmes fotos pornográficas são capazes de despertar a luxúria no HOMEM? Instinto? Animalidade? Degradação dos Valores da família? Ou pura safadeza mesmo?
Leila Lopes é excelente atriz possui carísma irrefutável ja trabalhou em várias novelas Globais mas a crise tambem chega ao excelente profissional e hoje faz filmes digamos assim impróprios para menores e depois se pintar trabalhos em novelas conseguirá ela desempanhar outros papéis? Boa pergunta que só o tempo dirá a resposta!
Mas quem será a garota Sapoti, mulher sapoti musa do Carnaval 2009? Musa do Big Brother Brasil? Onde estará essa beldade? Japublicidade lança a campanha Onde esta a Gorata ou Mulher Sapoti? Vi No Megabalaio
O eletrodoméstico mais popular dos lares brasileiros está com os dias contados. A televisão do futuro não será mais um simples receptor analógico, como os aparelhos que funcionam hoje na maioria das casas, mas uma High Definition TV, mais conhecida como HDTV. Baseada na tecnologia digital, esta pequena maravilha do mundo moderno levará para o ambiente doméstico imagem e som com qualidade seis vezes superior à atual, com uma nova plataforma de transmissão que permitirá o acesso à internet, convergência com outros meios de comunicação e interatividade que vai do ensino à distância e compras até ao acesso a serviços bancários. A partir do momento em que houver infra-estrutura de transmissão digital no país, os televisores analógicos ainda terão uma sobrevida. Para ter acesso aos recursos de interatividade que a nova tecnologia proporciona ao telespectador, bastará instalar um set top box, uma caixinha que funcionará como conversor. Mas, gradativamente, o parque industrial irá substituir esses aparelhos e chegará o momento em que não haverá mais um televisor analógico à venda. Neste momento de transição, entrarão no mercado brasileiro os primeiros aparelhos de HDTV, preparados para transmitir som e imagem com qualidade de cinema.
Em todo o mundo, há três padrões de TV digital – o americano (ATSC), o japonês (ISDB) e o europeu (DVB) -, que vêm sendo desenvolvidos desde a década de 90 e hoje disputam a conquista de novos mercados. No Brasil, o governo acaba de conferir a algumas universidades e instituições de pesquisa a tarefa de desenvolver novos estudos para chegar ao Sistema Brasileiro de TV Digital.
Entre as opções, cogita-se até mesmo a criação de um padrão próprio, mas não está descartada a adoção de um dos três modelos já em funcionamento no mercado mundial. Porém, a partir desta definição, será necessário ainda um prazo de 18 meses para que as emissoras de TV e a indústria possam se preparar para o lançamento. Numa projeção otimista, isto significa que o funcionamento em território nacional dos primeiros aparelhos de HDTV só ocorrerá no fim da década.
Os principais objetivos do governo com o projeto são garantir o acesso de maior parte da sociedade e conseguir promover a inclusão digital através dele. Hoje, menos de 8% dos brasileiros nas cidades têm acesso à internet e, na região rural, o índice é de apenas 0,02%. Espera-se que a transmissão pelo novo sinal possa transformar cada aparelho de TV em uma porta de entrada para a rede mundial de computadores. ?O telespectador poderá interagir com sua ?caixinha?, navegando através das informações lá armazenadas?, lembra a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Televisão e Telecomunicações (SET), Liliana Nakonechnyj. ?Para muitas pessoas que nunca trabalharam com um computador, será o primeiro contato com telas interativas, prática que poderá quebrar barreiras naturais e despertar a curiosidade?.
Para garantir o acesso a grande parte da população, será necessário o desenvolvimento dos chamados set top boxes, transcodificadores que, na prática, fazem com que uma TV comum possa funcionar como uma digital e que também pode ter funções de um computador conectado à internet. A meta é chegar à produção de um transcodificador em torno de R$ 150 para o consumidor final. No Japão, o set top box sai por US$ 85, cerca de R$ 265.
Dados do IBGE mostram que há no país cerca de 54 milhões de aparelhos de TV, que atendem à 90% da população. Mas apenas 7% dessa fatia podem pagar por uma assinatura de TV a cabo ou por satélite. Por conta disso, a preocupação do governo é garantir o acesso ao conteúdo digital de forma gratuita pela TV aberta.
Outra questão que está sendo analisada pelo governo brasileiro na escolha de um padrão de transmissão é o pagamento de royalties a empresas internacionais que produzem os softwares usados nos padrões. Os japoneses e europeus usam para áudio e vídeo o MPEG-2, programa cujo royalty custa cerca de US$ 2,50 por cada televisor. Já os americanos usam essa tecnologia apenas no vídeo e optaram pelo sistema Dolby para o áudio, que sai a US$ 5 o pacote. E os três sistemas usam tecnologias diferentes para os softwares que permitirão a interatividade. Os royalties cobrados por estes programas custam de US$ 7 a US$ 20. O governo estuda a possibilidade de usar softwares livres.
?Não vamos inventar a roda?, explica o superintendente de Serviços de Comunicação de Massa da Anatel, Ara Apkar Minassian. ?Mas precisamos definir um modelo de negócio que atenda às necessidades da população brasileira. A TV digital não pode, por exemplo, ser um produto de elite. Há um papel social nesse projeto”
Na hora de comprar um gravador de DVD, o maior cuidado que você terá de tomar é com a mídia que você usará. Além de decidir sobre qual padrão adotar (DVD+R, DVD-R, DVD+RW ou DVD-RW, dependendo do seu gravador), você terá ainda tomar inúmeros cuidados em relação à velocidade de gravação.
Quanto ao padrão, para a nossa sorte os gravadores chamados “±” (DVD±R e DVD±RW) estão cada vez mais populares, significando que cada vez mais gravadores de DVD aceitam os vários tipos de mídia disponíveis no mercado.
Já em relação à velocidade, a taxa de transferência básica do DVD é de 1,32 MB/s. Esta taxa é chamada “1x” e você deve tomar cuidado para não confundir com a medida de velocidade de CDs, onde “1x” equivale a 150 KB/s. Uma unidade de DVD “1x” equivale a uma unidade de CD de “9x”.
No mercado existem atualmente gravadores que operam de 1x a 12x. A velocidade, no entanto, depende do tipo de disco usado. Esta é uma característica disponível também nos gravadores de CD: todo mundo que tem um sabe que os gravadores têm uma velocidade para a leitura do CD, uma velocidade para a gravação do CD-R e uma outra velocidade para a gravação do CD-RW.
Só que no caso dos gravadores de DVD a quantidade de velocidades diferentes pode ser enorme. Só para darmos um exemplo real, o gravador GSA-5120D da LG trabalha com as seguintes velocidades: 12x para DVD+R, 4x para DVD+RW, 2,4x para DVD+R de dupla camada (8,5 GB), 8x para DVD-R, 4x para DVD-RW, 5x para DVD-RAM, 40x para CD-R, 24x para CD-RW, 8x para DVD-ROM e 24x para CD-ROM. Como você pode ver, comparar modelos diferentes não é uma tarefa tão simples!
O problema vai um pouco mais longe pois há no mercado gravadores DVD±RW que usa uma velocidade para as mídias DVD+RW ou DVD+R e outra diferente para as mídias DVD-RW ou DVD-R. Repare que o modelo da LG que citamos usa uma velocidade para gravar DVD+R (12x) diferente da usada para a gravação de discos DVD-R (8x).
Se você está pensando em comprar a unidade mais rápida, cuidado! Atualmente no Brasil as mídias DVD mais populares são as 4x. As mídias 8x e 12x não são tão comuns. Com isso, não adianta nada comprar um gravador DVD 12x se você só encontrar no mercado mídias 4x. Você terá de gravar a 4x e não usará todo o potencial do seu equipamento.
Além disso, as mídias DVD±R a partir de 4x e DVD±RW a partir de 2x não conseguem ser reconhecidas em unidades mais antigas, abaixo destas velocidades. Ou seja, se o seu gravador DVD+R é um antigo 2x e ao inserir um disco DVD+R 4x ele não reconhecer a mídia, cuidado! Segundo os fabricantes de DVD, “forçar a barra” ou esquecer a mídia incompatível dentro da unidade pode danificar a mídia ou mesmo a unidade!
A solução para este problema é fazer um upgrade de firmware do gravador, disponível no site do fabricante. Fica aqui, portanto, a dica: se você tem um gravador DVD±R abaixo de 4x ou um DVD±RW 1x, efetue o upgrade do firmware do equipamento!
Esperamos te-lo ajudado. Agradeço se votar em nossa guia como útil.
Quem não se lembra do Nintendinho de 8 bits, nunca teve um Atari 2600 ou cobiçou os fantásticos jogos do computador MSX? Pois é, estas foram lembranças inesquecíveis de anos dourados que marcaram a vida de muitos marmanjos de hoje, e só povoam a imaginação dos mais jovens.
Em um mundo onde os consoles são o estado da arte da tecnologia do entretenimento digital, e movimentam uma indústria de bilhões de dólares, as pessoas se perguntam quando, como e por que tudo isso começou. E esse é exatamente o foco desta reportagem especial de Outer Space, que tentará mostrar um pouco desta indústria que hoje diverte milhões de pessoas, e traz felicidade a muitos lares em todo planeta, se tornando a cada dia que passa, uma linguagem universal.
No decorrer dos próximos meses, acompanhe-nos em uma viagem de magia, curiosidades, nostalgia e muitas trapalhadas, enquanto dissecamos por ordem cronológica, a história dos videogames. Colocaremos 3 partes desta extensa matéria todas as segundas-feiras de cada semana, até totalizar os seus 40 capítulos!
E começaremos nosso túnel do tempo na década de 50, onde um homem iria inventar o conceito que mudaria nossas vidas para sempre…
1958 – O ESQUECIDO
Depois de muitas contradições, há consenso hoje entre os historiadores que o primeiro jogo conhecido foi criado pelo físico Willy Higinbotham, para atrair visitantes ao Brookhaven National Laboratories, no estado de Nova Iorque. Naquela época, em plena Guerra Fria, era praxe haver um dia para a população visitar as instalações do laboratório, e ver todo o poderio nuclear do Tio Sam. Willy, preocupado em não deixar ninguém bocejando em sua visita ao complexo, criou em suas horas vagas um jogo de tênis bastante simples, que era mostrado em um osciloscópio e processado por um computador analógico. Foi um sucesso, e durante meses, era a atração mais cobiçada pelo público, que não estava nem um pouco interessado em saber sobre megatons e fissura de átomos.
Mais tarde, o cientista aperfeiçoou seu jogo, que recebeu o sugestivo nome de “Tennis Programming”, adaptando-o para ser mostrado em um monitor de 15 polegadas. Mas infelizmente, o projeto, conhecido também como “Tennis for Two”, jamais foi patenteado, pois Willy não tinha vislumbrado seu potencial e acreditara na época que não tinha inventado nada demais. Mais tarde, o físico declarou em diversas entrevistas que seria possível comercializar o jogo em versão doméstica, adaptado à TV, se o tivesse vendido a alguma grande empresa.
O fato é que o “verdadeiro” pai dos videogames morreu em 10 de Novembro de 1995, sem ter ganhado um centavo sequer por seu invento pioneiro, fonte de inspiração para diversos designers como Steve Russell e Nolan Bushnell. Willy Higinbotham, assim como seus colegas do projeto Manhattan (do qual participou ativamente), infelizmente ficará nas lembranças de todos por ter contribuído para a invenção da aterrorizante bomba atômica, e não do primeiro videogame. Uma lástima.
1968 – A PATENTE DO VIDEOGAME
Ralph Baer, hoje conhecido mundialmente como o pai dos consoles de videogame, nasceu em 1922 na Alemanha Oriental. Sua biografia, como era de se esperar, mostra como o destino uniu-o à causa que o deixou famoso para sempre. Com medo das loucuras de Hitler, fugiu da Alemanha nazista em 1938, indo morar nos Estados Unidos. Mas de nada adiantou, pois os EUA entraram na 2º Guerra no ano seguinte, e ele voltou a Europa para a batalha, trabalhando no serviço de inteligência, de onde saiu com vida. De volta ao mundo livre, e depois de conseguir seu diploma em engenharia eletrônica, Baer trabalhou em várias empresas, mexendo com Radio e TVs e patenteando diversas invenções na sua área. Mas foi como empregado da Sander Associates, em 1966, que ele teve a idéia que colocaria para sempre seu nome nos anais da história. Sua criação? Uma máquina que rodasse jogos eletrônicos através da TV, que custasse barato e pudesse ser utilizada por qualquer pessoa que quisesse se divertir.
Com o auxílio de amigos e colegas na Sanders Associates, surgiu em 1967 um primeiro esboço de sua idéia, o “chasing game”, um rudimentar jogo de “Ping Pong”, onde 2 quadrados controlados pelo jogador podiam ser movidos pela tela. Satisfeito com a idéia geral do produto, Baer tratou de patenteá-lo e apresentou em 1968 o protótipo do videogame, chamado de “Brown Box”, e que rodava jogos de futebol, voleibol e até mesmo de tiro.
No ano de lançamento foram vendidos 100.000 Odyssey 100 e 20.000 rifles, mas as vendas foram caindo gradativamente devido ao desinteresse do público pela novidade, ainda muito obsoleta mesmo para os padrões da época. Foi então que entrou em cena Nolan Bushnell, o grande responsável pela mudança de paradigma no mercado de videogames…
1974 – ENTRA EM CENA NOLAN BUSHNELL E O SUCESSO PONG
Willy Higinbotham pode ter sido o pioneiro, Stephen Russell, o notável, e Ralph Baer, o homem que inventou o console caseiro de jogos, mas não podemos negar que a história dos videogames está intimamente ligada a Nolan Bushnell, o homem que popularizou esta forma de entretenimento.
Bushnell, um jovem estudante de engenharia eletrônica da universidade de Utah, foi exposto em 1962 a Spacewar!, a clássica invenção de seu compatriota do MIT. Bushnell não esqueceu daquele joguinho, e quando formou-se em 1969 já tinha algumas idéias em sua cabeça. Em 1971, já trabalhando como pesquisador na empresa Ampex, desenvolveu, juntamente com um colega de trabalho, uma versão “arcade” de Spacewar!, chamada de Computer Space. Ele criou uma máquina feita sob encomenda para rodar sua criação, que ganhou o status de “o primeiro fliperama da história”. O projeto foi vendido a Nutting Associates, e lançado em 1971, um ano antes, portanto, do lançamento do Odyssey 100. Mas devido ao custo proibitivo, foram vendidas apenas 1.500 unidades por todo os EUA…